
Ficha técnica
- Marca:
- Magnética
- Ano de publicação:
- 2026
- Gênero:
- Ficção
- Tradução:
- Ana Cristina Rodrigues
- ISBN:
- 9786597919345
- Páginas:
- 128
- Idioma:
- Português
- Peso:
- 400g
- Formato:
- 14 x 21 cm
- Acabamento:
- Brochura
- Corte:
- Sem Pintura
Ensina-me a Viver
por Colin Higgins
Uma história sensível sobre viver, morrer e se encontrar
Preço sugerido
R$ 49,90
Ficha técnica
- Marca:
- Magnética
- Ano de publicação:
- 2026
- ISBN:
- 9786597919345
- Tradução:
- Ana Cristina Rodrigues
- Páginas:
- 128
- Gênero:
- Ficção
- Idioma:
- Português
- Peso:
- 400g
- Formato:
- 14 x 21 cm
- Acabamento:
- Brochura
- Corte:
- Sem Pintura
Um encontro improvável entre a obsessão pela morte e a paixão pela vida
Harold tem dezenove anos e uma relação excêntrica, e um tanto sombria, com a morte. Entre passeios com um carro funerário e enterros de completos desconhecidos, ele leva sua vida em preto e branco. Já Maude, florida e livre, com seus quase oitenta anos, usa todas as cores: pinta sorrisos em estátuas e rouba carros para lembrar que tudo, inclusive a existência, é transitório. Quando seus caminhos se cruzam, o que nasce é uma amizade improvável e profundamente magnética.
Com humor ácido, lirismo e uma ternura desconcertante, Ensina-me a viver, de Colin Higgins, é o resgate de um clássico pela editora Magnética — uma história inesquecível sobre a beleza do efêmero, o valor das pequenas transgressões e o poder dos encontros improváveis. Não há quem não tenha sido tocado pelo filme, lançado em 1971, com a trilha sonora inesquecível de Cat Stevens, e as inúmeras montagens para o teatro mundo afora. Um filme que deixou lembranças e fez parte de momentos especiais entre pais e filhos, avós e netos, ao celebrar o encontro de gerações e a beleza da vida.
Ensina-me a viver e é o deixar entrar e o sair sereno. Começo e fim na mais profunda alquimia de existir. A morte, para Harold, é uma fuga, para Maude, um lembrete de viver. A relação entre os dois revela que a morte e o tempo se entrelaçam, arrancam lágrimas e sorrisos, nos levam de carona para contemplar os campos floridos que antes não podíamos ver. O que levamos da vida são os encontros de quem um dia aprendeu a viver para ensinar.
“Os temas de alegria e redenção [de Ensina-me a viver] ressoam hoje mais do que nunca.”
The Guardian